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Adalton Célio de Oliveira
 
Adalton Célio de Oliveira
Educando e Aprendendo.
7 anos atrás

Quem sou

Informação básica

Sexo
Masculino
Sobre mim
Bacharel Licenciado em Geografia -PUC/MG.
Msc. em Geodidatica Universidade de la habana Cuba, MBA - Engenharia Ambiental, Adm de IES, Gestão de projetos multi disciplinares, Atuando em projetos ambientais, coordenando ações interdisciplinares nas interações multidisciplinares.
Conta com experiência de mais de vinte anos em docência e gestão educacional em IES.
Como Geógrafo perito oficial instruindo o juizado sobre questões ambientais.
Professor convidado pelo Instituto Superior y tecnologia de Cuba-1999.
Prestador de serviços sob forma de consultoria/assessoria, junto a organizações publicas ou privada.
Atualmente projetos de TECNOLOGIA EM EDUCAÇÃO/Sistema de Gestão de Provas.

Informações de contato

Telefone celular
31-96917088 vivo 31- 91391720 tim
Telefone fixo
31-25266122
Estado
Minas Gerais
Cidade
Belo Horizonte
Website
http://www.redegalo.com.br

Grau de instrução

Colégio / Faculdade / Universidade
PUC - MG
Ano de graduação
1988
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34 dia atrás
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34 dia atrás
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Tiago Muriel Cardoso Confira o calendário de cursos da CONSAE para o ano de 2018! www.consae.net.br/calendario
273 dia atrás
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Luiz Carlos dos Santos FELIZ NATAL A TODOS COLEGAS, ESTUDANTES, AMIGOS E FAMILIARES Em cada coração há um enorme desejo de felicidade e alegria! Lares se iluminam numa magia sem qualquer maldade, iniludível, apenas o amor engrandece este lindo e peculiar dia, que poderia ser perene – igual aos outros. Muitas pessoas buscam a felicidade em coisas materiais, sendo que ela reside dentro de cada um de nós. Normalmente, os textos natalinos retratam a importância de superar as dificuldades e adversidades que aparecem em nossa vida e nos incentiva a buscar em nosso interior as forças necessárias para seguirmos adiante. Mas, neste mundo globalizado existem as diferenças: países potências, países em desenvolvimento e aqueles abaixo da linha da pobreza; há, também, a falta de amor ao próximo, este sempre na espera de alguém que lhe estenda as mãos e oferte alguma coisa, às vezes até para saciar sua sede; há, ainda, os fundamentalistas, terroristas, desagregadores, impedindo a paz mundial. Que neste Natal você e sua família sintam mais forte ainda o significado da palavra amor, que traga raios de luz que iluminem o seu caminho e transformem o seu coração a cada dia, fazendo que você viva sempre com muita felicidade. Também é tempo de refazer planos, reconsiderar os equívocos/lapsos/deslizes/erros/imperfeições e retomar o caminho para uma vida cada vez mais plena e feliz. Esse é momento de descobrir em nós os nossos sentimentos, perspectivas, possibilidades, limitações e potencialidades. É momento de romper as cadeias que nos separam do único e universal princípio da divindade. É momento de buscar a mão benfazeja que nos conduzirá à vereda luminosa, aquecida pelo fogo do Espírito do Cristo, que habita em nós. É momento de entrega, celebração, compaixão, perdão, e, sobretudo, amor. Ah! Não há desculpas para que isso não aconteça: as tecnologias da informação e comunicação (TIC’s) avança e domina nossas vidas, podemos humanizar a tecnologia, utilizando-a para enviar mensagens para nossos colegas, amigos e parentes. Portanto, nesse natal envie um e-mail ou WhatsApp, com uma linda mensagem, contendo conteúdo motivacional e de auto estima. Enfim, a todos e todas, reflitam sobre as palavras adiante arroladas, ao aproximar das 23H59 min.: perdão; compaixão; fraternidade; harmonia; esperança; paz; e, amor.
353 dia atrás
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Luiz Carlos dos Santos A REDAÇÃO DO RELATÓRIO DE UMA PRODUÇÃO CIENTÍFICA. Concluída a pesquisa de cunho técnico-científico, nas suas variadas formas – paper, artigo, monografia, dissertação, tese, projeto de pesquisa, plano de desenvolvimento institucional, projeto político pedagógico, projeto pedagógico de curso, dentre outras, passa-se à redação inicial do texto, a qual consiste em reunir os escritos, considerados relevantes, em ideais principais de parágrafos. Inicia-se, então, a redação do primeiro parágrafo do capítulo ou divisão por bloco do capítulo/seção. Convém lembrar que cada parágrafo é composto de uma ideia principal, cujo sentido pode ser aperfeiçoado por ideias secundárias. Escrita a primeira ideia relevante, procurando sempre dar à frase a melhor expressão, de acordo com o objetivo que se tem, completa-se o parágrafo com as ideias secundárias, as quais julgue-se necessárias e suficientes, de forma a tornar clara e patente a ideia principal. Cabe ressaltar que as ideias secundárias explicam, exemplificam, esclarecem, detalham a ideia principal. Dando prosseguimento, passe-se à segunda ideia importante, compondo um segundo parágrafo. E assim, sucessivamente, com todas as ideias relevantes, previamente escolhidas e hierarquizadas. Frise-se que, é de capital importância lembrar que todos os dados, classificados na seleção prévia como menos relevantes, podem eventualmente vir a ser utilizados na composição das ideias secundárias. Nessa trajetória redacional preliminar, as citações selecionadas devem ser trasladadas literalmente quando diretas, ou resumidas guardando-se a fidelidade ao autor, quando indiretas. Ah! Citação de citação (apud) deve ser evitadas, principalmente se o trabalho acadêmico-científico for uma tese. De acordo com Santos (2007, p. 122), “A função da citação é dar suporte epistemológico ao texto (produção)”. Ao se referenciar certo autor, fazem-se, a um só tempo, um ato de justiça intelectual (atribui-se a ideia a seu “dono”) e um ato de honestidade científico-acadêmica (o autor que cita e referencia reconhece que a ideia não é sua). Urge, porém, lembrar, que citação são normalmente utilizadas como ideias secundárias nos parágrafos. Ideias de outros autores são usadas como reforço, esclarecimento, explicação, para ideias próprias. Por isso, citações raramente encabeçam parágrafos como ideias principais. Elas devem funcionar como suporte à construção dos argumentos no corpo de trabalho (NUNES, 1997). Não há regras que determinem qual é a quantidade adequada de citações a serem utilizadas em um texto original. Todavia, devem-se evitar extremos. Um texto construído apenas com ideias pessoais de um autor corre o risco de ser meramente opinativo, um ensaio científico, cuja validade seria respaldada apenas no notório saber e singularidade do autor. Careceria de apoio explícito e identificado de outras autoridades/expoentes, demonstrando-se horizontalização de fontes. Por outro lado, o excesso de citações, com diminuta ou nenhuma contribuição pessoal, causa a impressão de colcha-de-retalhos. Em relação às notas explicativas (ampliações, complementações, explicações, são consideradas importantes porque ajudam a clarear o sentido de ideias do texto para o leitor) recomenda-se que não fiquem assentadas no corpo do texto; mas, enquanto nota de rodapé, a fim de evitar a quebra da sequência dos argumentos constantes do texto principal, pois distrairiam a atenção do leitor. Redigida a versão preliminar, de maneira concatenada, passa-se à correção do texto e redação definitiva, pelo autor, pois o texto elaborado pelo graduando, pós-graduando ou pesquisador, deverá ser submetido à correção por profissional da área (Letras), com experiência comprovada. Na verdade, o que se fez anteriormente à redação final, foi organizar dados de maneira original, sem muita preocupação com o examinador e leitor. O texto deve ser corrigido, objetivando uma redação que efetivamente garanta a expressão das ideias do autor, as quais possam ser captadas pelo leitor com relativa facilidade. Não se deve produzir cientificamente e a obra ficar circunscrita à análise/avaliação de uma Banca Examinadora. O conhecimento produzido há de ser difundido, socializado; colocado para o público, em forma de livro ou artigo. Entende-se que numa primeira correção, denominada de vertical, examina-se o texto produzido para averiguar se a sequência lógica originalmente dada às ideias principais é, de fato, a melhor possível. Nesse sentido, afirma Santos (2007, p. 123), “[...] Embora o conjunto das ideias relevantes tivesse sido preliminarmente hierarquizado, pode acontecer que, após a organização dos parágrafos, isto é, após aquelas ideias terem sido compostas com ideias secundárias, a sequência melhor seja outra”. Portanto, deve ser promovida a alteração – a sequência original dos parágrafos. De igual modo, o mesmo cuidado de que trata o parágrafo precedente, deve ser mantido no interior de cada parágrafo. Pode-se mudar à vontade a posição das ideias secundárias. Entretanto, sugere-se que a ideia principal seja mantida nas extremidades dos parágrafos, iniciando (quase sempre) ou finalizando parágrafos. Continuando a revisão do texto, passa-se à correção horizontal, a qual leva em consideração os aspectos morfológicos e sintáticos da redação. A correção morfológica tem a finalidade de adequar os termos utilizados aos dados que se deseja comunicar. Assim, deve-se verificar se o que se quis transmitir está realmente expresso com palavras mais adequadas/apropriadas. Enfatize-se que, diferentemente do texto falado, o autor do texto escrito não está disponível diante do leitor para eventuais esclarecimentos. Sendo assim, a comunicação deve ser clara o bastante, propiciando entendimento ao primeiro contato. No que concerne à correção sintática, esta visa à correta articulação das informações, dos elementos sintáticos das frases. Cuida, também, da correta articulação gramatical entre as várias frases que compunham um parágrafo. Atente-se, a priori, para o acerto de elementos sintáticos como concordância verbal, concordância nominal, utilização correta de pronomes, utilização apropriada de tempos verbais entre frases do mesmo período, uso de voz passiva e ativa dos verbos, extensão das frases - frases curtas são mais recomendadas, dentre outros aspectos. De igual modo, a correção ortográfica do texto – grafia, acentuação de palavras, pontuação – é, imprescindível. Cabe lembrar que a redação final deve levar em consideração o que estão preconizadas nas Normas Brasileiras de Regulação (NBR) da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) em vigência: NBR 6023:2002 (referências); NBR 10520:2002 (Citação); NBR 6028:2003 (Resumo); NBR 6027:2012 (Sumário); 6024:2012 (Numeração progressiva de um documento escrito); NBR 14724:2011 (Trabalhos acadêmicos); NBR 15287:2011 (Projeto de Pesquisa, se for o caso); 6022:2003 (artigo técnico-científico para publicação), dentre outras, dependendo do tipo de produção. Finalmente, além das NBR’s da ABNT, outras normas internas – de periódicos/revistas ou baixadas via regulamentos de Instituições Ensino Superior (IES) complementam os aspectos de normalização. REFERÊNCIAS BOAVENTURA, Edivaldo M. Como ordenar as ideias. São Paulo: Ática, 1988. NUNES, J. A. R. Manual da monografia jurídica. Como se faz uma monografia, uma dissertação, uma tese. São Paulo: Saraiva 1997. SANTOS, Antonio Raimundo dos. Metodologia científica: a construção do conhecimento. 7. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007. SANTOS, Luiz Carlos dos. Tópicos sobre Educação, Metodologia da Pesquisa Científica [...]. Salvador: Quarteto, 2007.
395 dia atrás
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Luiz Carlos dos Santos Desigualdade Socioeconômica no Brasil: uma possível saída via ações compensatórias. Luiz Carlos dos Santos A desigualdade socioeconômica vem ocorrendo em vários países. A posição do Brasil situa-se no 20º lugar, conforme Relatório de Desenvolvimento Humano (RDH), de 2012, do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Obviamente, a desigualdade em foco constitui-se em um problema contemporâneo, que atinge a maioria das nações menos desenvolvidas. Registre-se que um país tem pobreza quando existe escassez de recursos ou, apesar de haver um volume aceitável de riquezas, elas estão mal distribuídas. O Brasil, por exemplo, não é um país pobre, e sim uma nação desigual. De acordo com Sady Sidney Júnior (RBA, 2011), a pobreza existe quando um segmento da população é incapaz de gerar renda suficiente para ter acesso sustentável aos recursos básicos que garantam uma qualidade de vida digna: água, saúde, educação, alimentação, moradia, renda, cidadania, entre outros. Cabe salientar que o Brasil é um dos primeiros do mundo em desigualdade social – 1% dos mais ricos se apropria do mesmo valor que os 50% mais pobres. A renda de uma pessoa rica é 25 a 30 vezes maior que a de uma pessoa pobre (RBA, 2011). Para se ter uma dimensão desse dado, registre-se que na Suécia, a diferença entre ricos e pobres é de, no máximo, seis vezes. Ressalte-se, nessa perspectiva, que a renda média brasileira é seis vezes maior que o valor definido como linha de indigência. Em suma, se a renda brasileira fosse igualmente distribuída, estaria garantindo a cada pessoa seis vezes aquilo de que necessita para se alimentar. Infere-se, pelos estudos procedidos, que a pobreza é o maior problema de um país – isto é decorrência direta da situação econômica vigente ou acumulada ao longo da história de estagnação, de desemprego, de falta de investimentos na economia e, sobretudo, da falta de políticas públicas. É um problema de gestão pública, na medida em que não promove um crescimento harmonioso e equilibrado. O cenário da pobreza aparece nos momentos de mendicância; com a formação incessante de favelas, onde diuturnamente se observa filhos chorando por falta de alimentação; pessoas querendo trabalhar e não há emprego; moradia insuficiente para os cidadãos, etc. Pergunta-se: há igualdade, no Brasil, perante a Lei? A resposta é clara: na ótica formal sim; porém, na vertente material ou substantiva, não. Comparando-se as regiões norte e nordeste do país com as do sul/sudeste, o resultado é um aumento no nível de pobreza, pois as primeiras não são beneficiadas pelos investimentos diretos injetados na Nação, tomando-se como referencial os últimos vinte anos. O combate à pobreza, portanto, à desigualdade deve ser tratado com políticas afirmativas, ações compensatórias ou, simplesmente, com a adoção da discriminação positiva, atentando-se para os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade – tratar desigualmente para chegar-se à igualdade entre os cidadãos. Isso perpassa os direitos humanos. É uma tarefa que deve envolver governos (federal, estaduais, municipais), iniciativa privada (empresas) e o terceiro setor, com o fulcro de ajudar pessoas a construir uma vida digna, propiciando-lhes acesso a saúde, educação, emprego, segurança, lazer e moradia. Referências: SANTOS, Luiz Carlos dos Santos. Ações afirmativas e o princípio da igualdade jurídica material. Lisboa: UAL, 2011. Texto de Opinião; FAUTH JÚNIOR, Sady Sidney. Problemas Contemporâneos. In: REVISTA BRASILEIRA DE ADMINISTRAÇÃO, Brasília, ano XX, ed. 80, p. 15-16, jan./fev. 2011.
507 dia atrás
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Luiz Carlos dos Santos DEFESA PÚBLICA DE TCC E ELABORAÇÃO DE SLIDES Luiz Carlos dos Santos¹ O RITO DA DEFESA A defesa do TCC é um momento ímpar na vida acadêmica do graduando. Trata-se de um Ato Solene revestido de rito específico e aberto ao público. Significa dizer que não se pode impedir qualquer cidadão de assistir a defesa, porém, este deve manter-se apenas como ouvinte (calado), principalmente antes da proclamação do resultado, pelo (a) presidente da Banca Examinadora, normalmente o (a) orientador (a) do graduando (a), após leitura da ATA. Na ocasião o (a) Presidente da Banca Examinadora, esta composta por três membros, preferencialmente doutores e/ou mestres, abre os trabalhos, anunciando os demais integrantes da mesa e, em seguida, convida o (a) graduando (a) para proferir sua apresentação, entre 15 e 20 minutos, podendo exceder até 30 min., dependendo do Regulamento ou Manual de Orientação da Instituição de Educação Superior (IES). Terminada a apresentação, o Presidente solicita ao graduando (a) para sentar-se em frente à Banca Examinadora, a fim de ouvir o relatório oral ou escrito de cada examinador (a), sendo que o (a) último (a) a pronunciar-se é o (a) orientador (a). Normalmente, o tempo que o (a) examinador (a) dispõe, não deve ultrapassar 10 minutos. Em havendo, examinador (a) externo à IES, este inicia o relatório, seguido do restante da mesa. Dando prosseguimento ao rito, o Presidente pede ao graduando (a) que responda as inquirições dos (as) integrantes da Banca, individualmente, inclusive as suas; iniciando sobre o pedido de esclarecimentos e/ou ponderações do (a) examinador (a) externo. ______. ¹ ¹ Professor Pleno do Departamento de Ciências Humanas (DCH), Campus I, da Universidade do Estado da Bahia (UNEB); Doutor em Desenvolvimento Regional e Urbano (UNIFACS); Doutor em Ciências Empresarias (UMSA); Doctor of Phifosophy in Public Administration, Ph.D. (CIU); Mestre em Educação (UQAM); Especialista em Administração Tributária (UCSAL); Bacharel em Direito (UFBA); Bacharel em Ciências Contábeis (UFBA); Licenciado em Administração (UNEB); Tecnólogo em Administração Hoteleira (CENTEC); site: ; e-mail: lcsantos@superig.com.br Ouvidos os esclarecimentos, ponderações ou inquirições dos componentes da Banca Examinadora, o (a) Presidente dos trabalhos convida o (a) graduando (a) e demais presentes ao recinto e, de portas fechadas, os componentes irão decidir sobre o TCC, objeto da avaliação, o qual poderá ter um dos seguintes resultados: aprovado, caso média das notas dos examinadores seja igual ou superior a 7,0 (sete); aprovado com ressalva, caso a média esteja compreendida entre 5,0 (cinco) e 6,9 (seis vírgula nove) – situação em que a Banca deverá, por meio do seu Presidente, solicitar ao graduando (a) que promova as correções e entregue nova versão do TCC, em prazo previamente estabelecido; e, reprovado, caso a nota seja inferior a 5,0 (cinco). (UNEB/FCH-I/COL. CONTÁBEIS, 2014). Encerrada a apuração do resultado do TCC, o (a) Presidente da Mesa convidará aos ouvintes e graduando (a) para retornarem ao recinto, com vistas à proclamação do resultado, mediante leitura de ATA, seguida de agradecimentos aos membros examinadores, ao graduando (a) e aos parentes, familiares e demais ouvintes. A ELABORAÇÃO DE SLIDES As Faculdades, Centros Universitários e Universidades já chegaram ao consenso de que a Defesa de TCC (artigo técnico-científico ou monografia, na graduação), monografia ou artigo técnico-científico na especialização ou MBA, bem assim dissertação de mestrado ou tese de doutorado, pode ser realizada com os recursos midiáticos, no caso específico, os slides. Todavia, cabe ao graduando ou pós-graduando, com a devida aquiescência do (a) orientador (a), verificar antes da defesa a quantidade e qualidade dos slides, sua sequência, evitando, desse modo, influência negativa na apresentação de um trabalho, construído com bastante sacrifício e primor. Assim, sugere-se, na graduação, por exemplo, que na defesa de artigo técnico-científico ou monografia, a quantidade de slides situe-se entre 14 a 16, na seguinte ordem: a)a primeira transparência deve refletir, basicamente, o que contém a folha de rosto do trabalho – logomarca da IES; nome da IES; nome do Departamento ao qual está vinculado o curso; nome do colegiado; autor; título e, subtítulo, se houver; ementa do trabalho; orientador (a); local; e, ano; b)o segundo slides deve trazer a sinopse da problematização do estudo, em duas partes, a primeira a contextualização do problema, seguido do seu enunciado, de forma interrogativa. Caso fique extenso, elaborar mais uma transparência para esse item; c)a justificativa do estudo nas acepções científica, social e pessoal é o objeto da terceira e/ou quarta transparência; d)os objetivos (geral e específicos) devem ficar em um único slide, tendo em vista a relevância do trabalho (lembrar que nos específicos deve obedecer a sequência das operações menos para as mais complexas); e)a metodologia, caso o estudo tenha abrangido pesquisa de campo deve ser detalhada em dois slides – indicação do método, tipologia quanto aos objetivos da pesquisa, natureza da abordagem, fontes de pesquisa, universo, amostra, critério amostral, instrumentos de coleta de dados e tabulação e tratamento dos dados colhidos; f)o referencial teórico, fundamentação teórica ou simplesmente capítulos, seções ou partes deve ocupar duas ou três slides, pois o graduando (a) deverá extrair o núcleo de cada capítulo e, com o auxílio de citação fará uma brevíssima explanação do que ancora o seu problema em termos do estado da arte; g)em havendo pesquisa de campo, apresentar dois slides nucleares dos achados empíricos, extraídos do capítulo – Apresentação, Análise e Interpretação dos Resultados - que corroboram a elucidação do problema e o alcance dos objetivos; h)a conclusão pode ser sintetizada em um slide; e, se for o caso – lembrar que o nome correto é “Conclusão” ao invés de “Considerações Finais”, conforme preceitua as Normas Brasileiras de Regulação (NBR’s) 6022/2003 e 14724/2011, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ANBT); i)as recomendações serão arroladas em outra transparência; e, j)faculta-se a apresentação de um ou dois slides sobre as principais referências, porém, para visualizá-las, sem, contudo, necessidade de lê-las. Finalmente, muito cuidado com o tamanho das fontes (letras), as cores dos slides e a animação dos mesmos, procurando, sempre os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade. REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724 – informação, documentação – trabalhos acadêmicos – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2011. ______. NBR 6022 - informação, documentação – artigo técnico-científico – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. BAHIA. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA. Departamento de Ciências Humanas (DCH), Campus I. Colegiado de Bacharelado em Ciências Contábeis. Orientação para Trabalho de Conclusão de Curso de Ciências Contábeis. Salvador: UNEB, 2014. SANTOS, Luiz Carlos dos. Tópicos sobre educação, metodologia da pesquisa científica [...]. Salvador, 2007.
530 dia atrás
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Luiz Carlos dos Santos A REDAÇÃO DO RESUMO DE UM ARTIGO TÉCNICO-CIENTÍFICO PARA PUBLICAÇÃO Luiz Carlos dos Santos¹ Antecedendo o texto anterior, postado neste site (www.lcsantos.pro.br), em 05/09/2016, tem-se uma sequência de redação (sugestão) dos elementos textuais de um artigo técnico-científico - introdução, desenvolvimento e conclusão, em estreita obediência ao que preconiza a Norma Brasileira de Regulação (NBR) 6022, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), em vigência desde maio de 2003. Cabe ressaltar que, também, fora postada sugestão relativa à redação da “apresentação, análise e interpretação dos resultados”, para as investigações científicas, na modalidade artigo técnico-científico, cujo percurso metodológico abrangeu pesquisa de campo, a partir de instrumentos ou técnicas de coleta de dados, exemplo de questionário, formulário, entrevista, observação, entre outros. Desse modo, o desenvolvimento do artigo, distribuído em capítulos, seções ou partes, tratando-se do suporte teórico necessário à elucidação do problema da pesquisa e demais pressupostos investigativos, é seguido de seção específica, com os resultados colhidos na parte empírica, a partir de tabelas, gráficos, diagramas, dentre outros elementos, devidamente analisados e interpretados, tendo como referência o objeto sob investigação. Neste escrito (sugestão), traz-se a “Redação do Resumo na Língua do texto”, elemento pré-textual, de acordo com a alínea “c” do subitem 5.1 da supramencionada NBR, frisando, de pronto, que o pesquisador (a) ou iniciante na pesquisa, para elaboração do mencionado resumo, deverá valer-se da NBR 6028/2003, dispositivo específico, o qual estabelece os requisitos inerentes ao elemento pré-textual, em tela. _______________. ¹ Professor Pleno do Departamento de Ciências Humanas (DCH), Campus I, da Universidade do Estado da Bahia (UNEB); Doutor em Desenvolvimento Regional e Urbano (UNIFACS); Doutor em Ciências Empresarias (UMSA); Mestre em Educação (UQAM); Especialista em Administração Tributária (UCSAL); Bacharel em Direito (UFBA); Bacharel em Ciências Contábeis (UFBA); Licenciado em Administração (UNEB); Tecnólogo em Administração Hoteleira (CENTEC); site: ; e-mail: lcsantos@superig.com.br Saliente-se que a elaboração do resumo somente ocorre depois da construção dos elementos textuais. Trata-se de um elemento obrigatório, constituído de frases concisas, objetivas, afirmativas e com a seguinte sequência: objetivo do estudo; metodologia utilizada; resultados alcançados e conclusão, em um único parágrafo. Isto requer do (a) pesquisador (a) ou iniciante na investigação científica “poder de síntese”, pois segundo a alínea “b” da seção ternária 3.3.5 da citada NBR, a extensão do resumo deve situar-se entre 100 e 250 palavras, excluídas da contagem os artigos, preposições e conjunções. Elaborado o resumo, logo abaixo deste, seguem-se as Palavras-chave, acrescidas de dois pontos (:), separadas entre si por ponto (.) e finalizadas também por ponto (.). Recomenda-se que a quantidade de palavras não exceda a 5 (cinco); que sejam realmente palavras nucleares, as quais perpassam o relatório da pesquisa (artigo, monografia, dissertação, tese etc.); que estejam estritamente ligadas ao objeto investigado. O texto do resumo, deve ser escrito na voz ativa e na terceira pessoa do singular, desprezando-se símbolos e contrações que não sejam de uso corrente, bem assim devem ser evitadas fórmulas, equações, diagramas etc., os quais não sejam absolutamente necessários; “[...] quando o seu emprego for imprescindível, defini-los na primeira vez que aparecerem” (ABNT, NBR 6028, 2003, p. 2). Finalmente, lembre-se que no artigo técnico-científico, o resumo na língua estrangeira é um elemento pós-textuais obrigatório, conforme prevê o subitem 6.3.2 da NBR 6022/2003, porém, em alguns periódicos, inexplicavelmente, este resumo está arrolado logo após o resumo na língua do texto. REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6028 – informação e documentação – resumo – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. ______. NBR 6022 – informação e documentação – artigo em publicação periódica científica impressa – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. SANTOS, Luiz Carlos dos Santos. Tópicos sobre metodologia da pesquisa científica [...]. Salvador: Quarteto, 2007. ______. Artigos técnico-científicos e texto de opinião. Salvador: EDUNEB, 2004.
822 dia atrás
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824 dia atrás
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824 dia atrás
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Luiz Carlos dos Santos ¹ Professor Pleno do Departamento de Ciências Humanas (DCH), Campus I, da Universidade do Estado da Bahia (UNEB); Doutor em Desenvolvimento Regional e Urbano (UNIFACS); Doutor em Ciências Empresarias (UMSA); Mestre em Educação (UQAM); Especialista em Administração Tributária (UCSAL); Bacharel em Direito (UFBA); Bacharel em Ciências Contábeis; Licenciado em Administração (UNEB); Tecnólogo em Administração Hoteleira (CENTEC); site: <www.lcsantos.pro.br>; e-mail: lcsantos@superig.com.br
829 dia atrás

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